segunda-feira, 10 de agosto de 2026

A 1ª Edição do Summit Mulheres nas Profissões, idealizado pela empresária Luiza Helena Trajano estréia em São Paulo conectando carreiras, empreendedorismo e protagonismo feminino!

 

"A Primeira edição do evento reuniu centenas de especialistas e lideranças para discutir os caminhos das mulheres no mercado de trabalho, da inteligência artificial ao empreendedorismo, da ciência à política, da economia sustentável à cultura"

Por Dinalva Heloiza de Oliveira

A força profissional feminina ganhou um grande palco nos dias 4 e 5 de agosto, em São Paulo. A primeira edição do Summit Mulheres nas Profissões 2026, realizada no Expo Center Norte – Pavilhão Azul, reuniu mulheres de diferentes gerações, profissões, setores econômicos e trajetórias para discutir um dos grandes desafios contemporâneos: como ampliar a presença feminina nos espaços de decisão, liderança, inovação e geração de riqueza.

Idealizado por Luiza Helena Trajano, no âmbito do Grupo Mulheres do Brasil, com participação do Magazine Luiza, o Summit nasceu com uma proposta que ultrapassa o formato tradicional de congresso. A ideia foi criar um ambiente de conexão entre profissionais, empreendedoras, executivas, estudantes, especialistas e mulheres em transição de carreira, aproximando conhecimento, networking, oportunidades e desenvolvimento profissional. A organização apresentou o encontro como um espaço para compartilhar experiências, provocar reflexões e abrir caminhos concretos de crescimento.

O tamanho da programação ajuda a dimensionar a proposta. O evento distribuiu conteúdos por diferentes arenas e reuniu mais de uma centena de especialistas em debates que passaram por liderança, inteligência artificial, empreendedorismo, saúde, educação, comunicação, sustentabilidade, agronegócio, ciência, política, cultura e futuro do trabalho. A programação oficial confirma a amplitude temática do encontro.

Mais do que colocar mulheres no centro do debate, o Summit colocou em discussão quais condições precisam ser transformadas para que elas possam avançar.

De presença a poder de decisão


A abertura, conduzida por Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho do Magazine Luiza e do Grupo Mulheres do Brasil, estabeleceu o tom político e profissional do encontro. A participação feminina em posições de liderança apareceu como uma questão estratégica para o desenvolvimento do país.

A meta anunciada é ambiciosa: alcançar 50% de mulheres em cargos de liderança política e econômica até 2030. Para Luiza Trajano, o Summit representa o ponto de partida de uma estratégia mais ampla para identificar gargalos, produzir conhecimento e construir ações capazes de ampliar a participação feminina nos espaços de decisão.

A proposta ganha relevância diante de um cenário em que as mulheres já representam parcela expressiva da força de trabalho, mas continuam sub-representadas na alta liderança. Dados divulgados durante o lançamento do Summit apontavam que as mulheres ocupavam cerca de 32% dos cargos de gestão, enquanto representavam aproximadamente 45% da força de trabalho.

A discussão, portanto, não se limitou a perguntar se as mulheres estão chegando ao mercado. A questão central passou a ser em quais lugares elas estão chegando, quais oportunidades encontram e quem ocupa as cadeiras onde as decisões são tomadas.

Uma agenda que vai muito além do empreendedorismo

Um dos méritos da programação foi justamente não tratar a carreira feminina como uma pauta única.

A inteligência artificial apareceu em diferentes perspectivas. Em “A Nova Inteligência na Saúde”, o debate abordou como a tecnologia pode ampliar a capacidade de prevenção, diagnóstico e personalização do cuidado sem eliminar elementos essenciais da prática profissional, como escuta, vínculo e responsabilidade clínica.

Em “Letramento em IA: a competência que toda profissional precisará desenvolver”, a discussão avançou para o cotidiano do trabalho: utilização da inteligência artificial como ferramenta, automação de processos, criação de agentes e ampliação da capacidade analítica.

Já o painel “Da intuição à inteligência: como a IA está transformando a tomada de decisão” trouxe a tecnologia para o campo estratégico, mostrando como dados, análise e antecipação de tendências estão alterando a maneira de decidir e liderar.

A mensagem que atravessou esses debates foi clara: a inteligência artificial não está apenas criando novas profissões. Ela está modificando as competências necessárias para permanecer relevante nas profissões que já existem.

Empreender também é conquistar autonomia

O empreendedorismo feminino ocupou espaço de destaque na programação.

Em “Empreender no Feminino”, o debate partiu de questões concretas, como acesso ao crédito, conquista de mercado e sustentabilidade financeira dos negócios. A discussão é especialmente importante porque empreender, para muitas mulheres, não representa apenas uma escolha profissional, mas também uma possibilidade de autonomia econômica.

Essa dimensão apareceu novamente em “Elas não abriram apenas negócios. Abriram caminhos”, que reuniu histórias de mulheres responsáveis por transformar ideias em empresas, movimentos e oportunidades para outras pessoas.

O Summit também discutiu o empreendedorismo sob novas perspectivas, como o social commerce, a Creator Economy e o empreendedorismo social. As fronteiras entre carreira, conteúdo, influência, tecnologia e negócios estão cada vez mais fluidas — e mulheres estão ocupando esses novos territórios.

Em uma economia na qual redes sociais podem se transformar em canais de vendas, comunidades em ativos de negócio e conhecimento em produto, a construção de uma carreira passa cada vez mais pela capacidade de criar conexões e transformar reputação em valor.

A economia também passa pela circularidade

Outro ponto importante foi a discussão sobre sustentabilidade e economia circular.

O painel “Muito além da reciclagem: o protagonismo das catadoras na economia circular” deslocou o debate ambiental para uma perspectiva social e econômica. As catadoras foram apresentadas não apenas como agentes ambientais, mas como trabalhadoras que movimentam cadeias produtivas, geram renda e transformam resíduos em valor.

A discussão mostrou que uma economia verdadeiramente circular precisa reconhecer quem está na base dessa cadeia e criar condições para inclusão produtiva, remuneração justa, inovação e desenvolvimento.

A agenda sustentável apareceu novamente em “Mulheres que lideram a nova economia sustentável”, que colocou em foco setores como energias renováveis, crédito de carbono, finanças verdes e infraestrutura sustentável.

Assim, sustentabilidade deixou de aparecer como um tema periférico para ser tratada como campo de carreira, investimento, inovação e liderança.

Saúde mental: uma questão de carreira e de negócios

O Summit também colocou uma discussão cada vez mais urgente no centro da agenda profissional: saúde mental.

O painel “Saúde Mental nas Empresas” tratou do impacto da gestão da saúde mental sobre liderança, clima organizacional, relacionamentos, engajamento e resultados.

A abordagem é significativa porque amplia a compreensão de que produtividade não pode ser dissociada das condições humanas de trabalho.

A mesma perspectiva apareceu em “Não existe sucesso profissional sem saúde mental”, reforçando uma mudança importante na cultura corporativa: construir uma carreira sustentável não significa apenas alcançar posições mais altas, mas conseguir permanecer produtiva, saudável e conectada com propósito ao longo da trajetória.

Liderança também se aprende

A formação de lideranças femininas atravessou praticamente toda a programação.

“A Arquitetura da Liderança Feminina” abordou autoconhecimento, síndrome do impostor, comportamentos que limitam o crescimento e desenvolvimento de talentos.

“Marca Pessoal: a liderança que as pessoas lembram” colocou em discussão comunicação, presença, relacionamento, estilo e autenticidade como elementos que ajudam a construir credibilidade.

E o painel “A Nova Competência da Liderança é Humanidade” ampliou ainda mais o conceito, colocando a dimensão humana no centro de uma liderança capaz de lidar com equipes, mudanças tecnológicas e novas relações de trabalho.

A mensagem que emerge desses diferentes encontros é que liderança feminina não significa simplesmente reproduzir modelos tradicionais de poder. Significa também questionar esses modelos e construir novas maneiras de liderar.

Ciência, educação e tecnologia como portas para o futuro

Ciência e educação também tiveram presença expressiva.

Painéis como “Quem forma os professores, transforma o futuro”, “Onde o futuro começa: como a educação básica forma os profissionais de amanhã”, “Da universidade ao futuro do trabalho” e “Mulheres transformando vidas por meio da ciência, tecnologia e inovação” colocaram a formação das novas gerações no centro das discussões.

A lógica é simples, mas poderosa: não existe transformação do mercado de trabalho sem transformação da educação.

Ao discutir professores, pesquisadoras, universidades, inovação e novas competências, o Summit ampliou o debate para além da mulher que já está no mercado. Também falou sobre as meninas e jovens que ainda estão construindo suas possibilidades profissionais.

Mulheres em setores historicamente masculinos

O encontro também abriu espaço para áreas nas quais a presença feminina ainda enfrenta barreiras culturais e estruturais.

Agronegócio, indústria, infraestrutura, transporte e logística, carreiras militares e tecnologia apareceram em diferentes painéis.

Em “Mulheres que constroem a indústria do futuro”, foram discutidas carreiras em setores como mineração, indústria farmacêutica, química, automotiva, metalúrgica e eletroeletrônicos.

No agro, diferentes mesas abordaram liderança, gestão, inovação, pesquisa e empreendedorismo feminino.

“Construindo o futuro: carreira e liderança para mulheres que atuam na infraestrutura de transporte e logística” trouxe para o centro profissionais que atuam em uma área estratégica para o desenvolvimento econômico brasileiro.

O recado é particularmente importante: não basta criar espaços femininos nas profissões tradicionalmente ocupadas por mulheres. É necessário ampliar a presença delas também nos setores que concentram investimento, tecnologia, infraestrutura e poder econômico.

Política, Estado e transformação social

A presença feminina na política e na administração pública também esteve entre os grandes temas do Summit.

O painel “Mulheres que fazem o Estado acontecer” discutiu liderança, carreira pública e os desafios de transformar instituições.

“Mulheres em movimento: participação, direitos e políticas públicas” abordou a força da mobilização feminina em movimentos sociais, territórios e espaços institucionais.

O tema apareceu ainda em debates sobre maternidade, políticas públicas, relações governamentais e advocacy.

A presença dessas pautas mostra que protagonismo profissional feminino não se restringe ao setor privado. A construção de políticas públicas, a gestão do Estado e a participação política também são territórios fundamentais para ampliar a representatividade das mulheres.

Comunicação, cultura e o direito de contar a própria história

Outro eixo importante foi a comunicação.

A programação discutiu desde o papel do audiovisual na construção de pontes até a transformação dos meios de comunicação e o protagonismo feminino no jornalismo, na televisão, nas plataformas digitais e no YouTube.

Em “Escuta, diálogo e mudança: o novo papel da comunicação”, o debate mostrou como campanhas e narrativas podem ultrapassar a venda de produtos e contribuir para discussões sobre mulheres, respeito, masculinidades e relações.

A arte também ganhou espaço em “Viver com boniteza: arte, identidade e a liderança que inspira”, aproximando cultura, moda, criatividade e liderança.

Em outras mesas, atrizes, escritoras, jornalistas, criadoras de conteúdo e profissionais da comunicação discutiram carreira e protagonismo.

A escolha é significativa. Afinal, quem controla as narrativas também participa da construção do imaginário social sobre quem pode liderar, criar, empreender e ocupar espaços de poder.

A experiência também conta

Um dos aspectos mais interessantes da programação foi a diversidade geracional.

O painel “Renda também é saúde: trabalho, empreendedorismo e autonomia depois dos 50” discutiu a participação econômica de profissionais maduras, mostrando que longevidade também significa necessidade de oportunidades, renda, propósito e reconhecimento da experiência.

Ao mesmo tempo, discussões sobre Geração Z, Creator Economy, novas profissões e inteligência artificial apontaram para as transformações que estão redesenhando as carreiras das gerações mais jovens.

Entre os dois extremos existe uma oportunidade: construir ambientes profissionais em que experiência e inovação possam conviver, em vez de serem tratadas como forças concorrentes.

Um Summit que amplia a ideia de sucesso

Talvez a maior contribuição do Summit Mulheres nas Profissões tenha sido justamente ampliar o conceito de sucesso.

Sucesso não apareceu apenas como cargo, salário ou crescimento empresarial.

Também esteve relacionado à autonomia financeira, saúde mental, propósito, impacto social, criatividade, ciência, educação, sustentabilidade, maternidade, longevidade, representação política e capacidade de abrir caminhos para outras mulheres.

Nesse sentido, o encontro dialoga diretamente com uma transformação que já está acontecendo no mercado: as mulheres não querem apenas ocupar posições dentro de estruturas existentes. Elas estão participando da construção de novas estruturas, novos negócios, novas profissões e novas formas de trabalhar.

A própria organização apresenta o Summit como um espaço para conectar, inspirar e impulsionar mulheres que transformam o mercado, os negócios e a sociedade.

E talvez seja essa a principal diferença entre um evento de conteúdo e um movimento: o conhecimento não termina quando as luzes do palco se apagam.

O próximo passo é transformar inspiração em oportunidade

Para empreendedoras, profissionais liberais, executivas, pesquisadoras, estudantes e mulheres que estão pensando em mudar de carreira, encontros dessa dimensão podem cumprir uma função importante: aproximar pessoas que normalmente não estariam na mesma sala.

Uma empreendedora pode encontrar uma parceira. Uma estudante pode descobrir uma profissão. Uma profissional em transição pode encontrar uma nova referência. Uma executiva pode ampliar sua rede. Uma pesquisadora pode encontrar uma empresa interessada em inovação.

É nesse ponto que networking deixa de ser apenas uma palavra do vocabulário corporativo e passa a significar acesso a oportunidades.

A primeira edição do Summit Mulheres nas Profissões terminou, portanto, com uma pergunta que vai muito além dos dois dias de evento: como transformar a enorme energia reunida em São Paulo em mudanças concretas nas empresas, nas instituições, nos negócios e na sociedade?

A resposta dependerá de ações contínuas — e da capacidade de transformar conexão em colaboração, conhecimento em estratégia e representatividade em poder de decisão.

A meta de 50% de mulheres em posições de liderança até 2030 dá ao movimento um horizonte objetivo. E o próprio Grupo Mulheres do Brasil afirma que pretende usar pesquisas e os debates do Summit para construir um planejamento com metas, avaliação e prestação de contas.

Mais do que um palco para mulheres que já chegaram, o Summit se apresentou como um espaço para abrir caminhos para as que ainda estão chegando.

E essa talvez seja a imagem mais forte deixada pela primeira edição: mulheres de diferentes profissões, gerações e trajetórias ocupando o mesmo espaço para discutir não apenas o futuro de suas carreiras, mas o futuro do próprio trabalho.

Elas fazem acontecer. E, quando ocupam juntas os espaços de conhecimento, conexão e decisão, também ajudam a decidir o que vem depois.

Painelistas e participantes da programação

Relação organizada a partir do levantamento de programação fornecido para esta reportagem. Nos painéis em que o material original apresenta a primeira pessoa como moderadora, a relação abaixo preserva o nome e a composição informados.

1º dia — 4 de agosto

Abertura: Luiza Helena Trajano
Hino Nacional: Fafá de Belém

Que Brasil nasce quando as mulheres ocupam seu lugar? — Djamila Ribeiro

A Nova Inteligência na Saúde — Flavia Belmino; Danniela Faccio; Janete Vaz; Daniele de Mari

Muito além da reciclagem: o protagonismo das catadoras na economia circular — Marina Serpa; Renata Vilarinho; Marina Bragion; Jennyffer Marques

Viver com boniteza: arte, identidade e a liderança que inspira — Cristiane Pelajo; Maria Prata; Denise Fraga; Maria Gal

Como construir um legado que o mercado não esquece — Patricia Moraes; Maren Lau; Drica Divina; Vivi Duarte

Letramento em IA: A Competência que toda profissional precisará desenvolver — Tania Leal; Kata Carvalho; Queit Zunino; Ana Cabral

O Mundo Não Espera. E Você Não Pode Esperar. — Isabella Vasconcellos

Como Construir um Legado que o Mercado não esquece. -  Patricia Moraes; Maren Lau; Drica Divina; Vivi Duarte.

Viver com Boniteza: Arte, Identidade e Liderança que Inspira – Cristiane Pelajo; Maria Prata; Denise Fraga; Maria Gal.

Muito Além da Reciclagem – Marina Serpa; Renata Vilarinho, Marina Bragion; JennyferMarques.

As mulheres que movem o consumo no Brasil — Luciana Medeiros; Daniela Cachich; Juliana Marra; Graciela Kumruian

Mulheres que fazem o Estado acontecer — Ana Fontes; Raquel Teixeira; Tabata Amaral; Marcele Porto

Saúde Mental nas Empresas — Fabi Teixeira; Roberta Almeida; João Silvestre; Fatima Macedo

Da intuição à inteligência: como a IA está transformando a tomada de decisão — Michele Hacke; Maíra Habimorad; Lisiane Lemos; Lidia Abdalla

Quem forma os professores, transforma o futuro — Rosejara Ramos; Nilma Sladkevicius; Renata Moura; Priscila Cruz; Dayana Cândido

Conexão Protagonistas — Chris Pelajo

Empreender no Feminino — Raquel Teixeira; Eliane Sanches Querino; Mônica Hauck; Bianca Furlanetto; Camila Achutti

Igualdade Salarial e o Futuro do Trabalho — Jandaraci Araujo; Luciana Nakamura; Maria Fernanda Teixeira

Juliette no Summit — Juliette Freire

Como estamos educando nossos filhos? — Valesca Karsten; Veronica Blanco

Onde o futuro começa: como a educação básica forma os profissionais de amanhã — Rosemary Schettini; Kelly Baptista; Débora Garofalo; Marcia Wayna Kambeba

Mulheres que transformam realidades — Juliana Rosa; Ana Maria Drummond; Mafoane Odara; Sonia Quintella

A nova competência da liderança é humanidade — Andrea Clemente; Patricia Pugas; Angela Coelho da Fonseca; Leticia Braga

Produzir, inovar e desenvolver: o Brasil que queremos construir — Daniela Magalhães; Sonia Guajajara; Ursula Vidal; Rita Serrano

Mulheres que constroem a indústria do futuro — Margareth Groff; Nadynni Soeiro; Ebru

O novo mapa das carreiras femininas na economia digital — Erih Carneiro; Sauanne Bispo; Niodara Faria

Do pódio a novos desafios — Gabi Sabino; Daiane dos Santos; Patricia Medrado

Mulheres transformando vidas por meio da ciência, tecnologia e inovação — Marcia Lopes; Joana; Alexandra Segantin; Larissa Passos

Mulheres na Política e Maternidade — Carol Caputo; Marina Helou; Claudia Marques

Carreira e liderança em infraestrutura de transporte e logística — Dalva Domingos; Rosilda Prates; Nicole Goulart; Verena Pagano

Brasil à Mesa — Bel Moherdaui; Bel Coelho; Flavia Quaresma; Neli Pereira; Tassia Magalhaes

Empreendedorismo digital e social commerce — Gloria Guimaraes; Carol Paiffer; Daniele Crahim; Ana Médici

Estudo Mulheres na Liderança e Alta Gestão — Thayanie Ujino; Íris Pereira Barbosa; Indiara Kurtz

Os Conselhos que Eu Gostaria de Ter Recebido — Laura Chiavone; Juliana Algañaraz; Natalia Mauad; Maria Francisca Passos

Pesquisa: O investimento que transforma o conhecimento em futuro — Mariana Rosário; Maria Sanali Moura de Oliveira Paiva; Rita Cardona; Renata Prôa; Sue Ann Clemens

Mulheres que transformam a saúde — Erika Baruco; Géssika Marcelo; Karine Vieira; Herla Furtado; Putira Sacuena

Mulheres que lideram a nova economia sustentável — Dra. Luna Ribeiro; Izabella Teixeira; Elbia Gannoum; Luciana Costa

A Arquitetura da Liderança Feminina — Cris Kerr; Sofia Esteves; Geovana Quadros; Jandaraci Araújo

Mulheres em movimento: participação, direitos e políticas públicas — Bruna Helena; Beth Sahão; Lari Agostini; Carmen Silva

Novas necessidades, novas economias de consumo — Cristiane Barbieri; Tatiana Brammer; Adriana Figueiredo; Daiana Titon

Saia Justa no Summit — Eliana; Juliette; Tati Machado; Ana Paula Xongani

As vozes por trás das grandes marcas — Rose Pimentel; Cristina Potomati; Dani Paris; Paula Andrade

Mulheres que influenciam o futuro das políticas públicas — Daniela Castro; Helena Araújo; Dione Assis; Cinira Marcondes

Realidade Econômica, Social e Autonomia Financeira Feminina — Carolina Ragazzi; Daniella Marques

Quando a IA transforma a experiência do cliente em inovação — Daniele Botaro; Talita Paschoini; Nina Silva; Socorro Macedo

Famílias fortes, lideranças mais fortes — Vera Iaconelli; Mafoane Odara; Beth Goulart

Encerramento do 1º dia: Luiza Helena Trajano

 

2º dia — 5 de agosto

Como chegamos até aqui — Ana Paula Padrão

Escuta, diálogo e mudança: o novo papel da comunicação — Ana Paula Brasil; Luiza Helena Trajano; Manzar Feres; Renato Nogueira

Marca Pessoal: a liderança que as pessoas lembram — Regina Nogueira; Rafa Brites; Monique dos Anjos; Rosa Bernhoeft

Do grão à xícara: mulheres que transformam o café em futuro — Patricia Carvalho; Janaína Magalhães; Karina Seibt; Celeste Suruí; Luciane Gonçalves; Mariselma Sabbag

Renda também é saúde — Arine Rodriges; Juliana Ramalho; Andrea Tenuta

Mulheres que redefinem os espaços de poder na comunicação — Marisa Cesar; Stela Campos; Tati Bernardi; Fatima Pissara; Anne Lottermann

O futuro do terceiro setor exige líderes profissionalizados — Vera Lima; Luisa Gerbase de Lima; Daiany França Saldanha; Sol Feliciano; Bia Kern

Liderança feminina na Advocacia — Eleonora Coelho; Alessandra Figueiredo; Glaucia Lauletta; Ines Coimbra; Claudia Patricia Luna

Destino: Turismo — Leonor Bernhoeft; Chieko Aoki; Toni Sando; Jeanine Pires

Uma experiência para transformar emoções em recursos de desenvolvimento humano — Jamille Coelho

Elas não abriram apenas negócios. Abriram caminhos. — Alice Coutinho; Ana Fontes; Adriana Barbosa; Margarete Coelho

Liderar o Agro é liderar territórios — Annette Reeves; Patricia Swart; Carminha Missio; Miriam Guedes Santiago Krindges; Ani H. Sanders

Mulheres & Mercado de Beleza — Sabrina Zanker; Simone Sancho; Tatiana Carvalho; Talita Poltronieri

Prevenir é mudar o jogo do câncer — Renato Kfouri; Dra. Jurema Telles; Ailma Larre; Dra. Marianne Pinotti

Quando as fronteiras interrompem uma carreira — Morgana Falabella; Tamara Amoroso Gonsalves; Lutiana Valadares Fernandes Barbosa; Adriana Kehz; Mary Elbe

Justiça climática: quando a liderança gera impacto — Andréa Alvares; Adri Maffioletti; Jahzara Ona; Tatiana Monteiro de Barros

As Mulheres de Sucesso — Cristina Veiga; Fernanda Laureano; Lina Maria Pietras; Jana Carvalho; Marcia Loureiro

Mulheres de Negócios de Luiza — Denise Hamano

Da fábrica às vitrines: a liderança feminina na moda — Sonia Hess; Maria de Lourdes Anselmi; Sandra Anselmi

Quem disse que o jogo era deles? — Julio César; Marcelo Fadul; Kaah; Gaabs

As mulheres que cultivam o futuro do agro — Carla Elage; Shila Guebara; Annette Reeves; Teresa Vendramini

Onde nasce a inovação no agro — Vivian Nascimento; Débora Milori; Catharina Pires; Claudia Demétrio

Turismo para todos: acessibilidade, territórios e desenvolvimento — Claudia Seixas; Ricardo Shimosakai; Jera Poty; Juliana Torres; Rebecca Alheteia

Quem prepara as pessoas para o futuro do trabalho? — Cibele Venâncio; Célia Cruz; Amanda Silva; Nina da Hora; Paula Montagner

Copa do Mundo Feminina FIFA 2027 — Anne Lottermann; Kin Saito; Cristiane Gambaré; Juliana Picoli Agatte; Gal Barradas; Miraildes Maciel Mota

Além do crachá: o impacto da violência doméstica no ambiente de trabalho — Elizabete Leite; Silvia Chakian; Patricia Pugas; Lorena Hakak

Geração Z: arte e comunicação em movimento — Daiane Quesada; Naiá Tupinambá; Jully Molinna; Ana Hikari

A inteligência mudou. A liderança também precisa mudar. — Adriana Araújo; André Fatala; Frederico Trajano

Mulheres que conectam mundos — Luiza Helena Trajano; Justyna Valente; Chieko Aoki; Amy Barklam

A régua que ninguém nos deu — Aldvan Figueiredo; Denise Maria Ferreira

Liderança que abre caminhos — Juliana Ayomide; Edna Vasselo; Fabi Saad; Tatyane Luncah

Herança não é suceder. É transformar — Teresa Vendramini; Priscilla Nasrallah; Aline Chaves; Alessandra Zanotto

Viver mais. Viver melhor — Gloria Brunetti; Alexandre Kalache; Bárbara Perpétuo; Dra. Bruna Sanchez

Do talento à autonomia: o poder do empreendedorismo social — Daniela Pavan; Lina Maria Kempf; Alessandro Lima; Isabella Leonetti; Veronica Machado

Liderança Feminina nas Carreiras Militares — Glaucia Barreto; Major Gabriela; Brigadeiro-Médica Carla Regina Marchon; Contra-Almirante Médica Monica Medeiros Luna; Vania Juliano

Mulheres na Creator Economy — Mayla Valere; Beta Boechat; SaraZara; Anna Valle; Laura Pardellas

Carreiras na moda que vestem identidade — Georgia Miyazaki; Amanda Momente; Isa Silva; Dayana Molina

Explorar, cuidar e descobrir: as mulheres que expandem as fronteiras do possível — Luana Araújo; Sue Ann; Heloisa Schurmann; Duillia de Mello

Não existe sucesso profissional sem saúde mental — Dr. Gustavo Medeiros; Dra. Liliana Seger

O Agro também é uma carreira para elas — Teresa Vendramini; Fabiana Alves; Graciela Mognol; Amy Chan; Ana Repezza; Vanessa Pereira

Carreiras que transformam imagem em influência — Heide Vieira; Benazira Djoco; Nayra Laise; Gabriely Beraldo

Trilha Mulheres de Sucesso — Camila Barbalho; Alvaro Schocair; Roseana Faneco; Iramaia Kotschedolf

Mulheres que contam histórias: carreira, vida e protagonismo na arte — Beth Goulart; Clarice Niskier; Malu Poleti; Marcella Abboud

Quem liderará o Direito do futuro? — Marcela Berger; Adriana Hilsdorf; Luna van Brussel Barroso; Patricia Martins; Helen Moraes

Quando a violência atravessa a carreira — Juliana Oliveira; Luana Genót; Fatima Macedo; Adriana Martins dos Santos; Ana Cabral

A dor que precisa ser ouvida — Sofia Reinach; Dra. Joyce Martins; Leticia Bahia; Renata Lírio

Aceleradora de Carreira — Leda Januário; Isabelle Sobrinho; Maria Moraes; Sarah Aline

Protegendo a Infância — Elizabete Leite; Vanessa Cavalieri; Jennyffer Tupinambá; Luciana Temer; Thatiana de Abreu Faria

Da universidade ao futuro do trabalho — Profa. Dra. Vivian Rio Stella; Profa. Dra. Raiane Assumpção; Profa. Dra. Lia Azeredo; Profa. Dra. Ana Maria Klein; Profa. Dra. Larissa Maués Pelúcio Silva

Confiança: o ativo invisível que impulsiona mulheres empreendedoras — Ana Paula Renault

Encerramento — O que levamos daqui? — Luiza Helena Trajano

 

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