"A Primeira edição do evento reuniu centenas de especialistas e lideranças para discutir os caminhos das mulheres no mercado de trabalho, da inteligência artificial ao empreendedorismo, da ciência à política, da economia sustentável à cultura"
Por Dinalva Heloiza de
Oliveira
Idealizado por Luiza Helena
Trajano, no âmbito do Grupo Mulheres do Brasil, com participação do
Magazine Luiza, o Summit nasceu com uma proposta que ultrapassa o formato
tradicional de congresso. A ideia foi criar um ambiente de conexão entre
profissionais, empreendedoras, executivas, estudantes, especialistas e mulheres
em transição de carreira, aproximando conhecimento, networking, oportunidades e
desenvolvimento profissional. A organização apresentou o encontro como um
espaço para compartilhar experiências, provocar reflexões e abrir caminhos
concretos de crescimento.
O tamanho da programação ajuda a
dimensionar a proposta. O evento distribuiu conteúdos por diferentes arenas e
reuniu mais de uma centena de especialistas em debates que passaram por
liderança, inteligência artificial, empreendedorismo, saúde, educação, comunicação,
sustentabilidade, agronegócio, ciência, política, cultura e futuro do trabalho.
A programação oficial confirma a amplitude temática do encontro.
Mais do que colocar mulheres no centro do debate, o Summit colocou em discussão quais condições precisam ser transformadas para que elas possam avançar.
De presença a poder de decisão
A abertura, conduzida por Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho do Magazine Luiza e do Grupo Mulheres do Brasil, estabeleceu o tom político e profissional do encontro. A participação feminina em posições de liderança apareceu como uma questão estratégica para o desenvolvimento do país.
A meta anunciada é ambiciosa:
alcançar 50% de mulheres em cargos de liderança política e econômica até
2030. Para Luiza Trajano, o Summit representa o ponto de partida de uma
estratégia mais ampla para identificar gargalos, produzir conhecimento e
construir ações capazes de ampliar a participação feminina nos espaços de
decisão.
A proposta ganha relevância
diante de um cenário em que as mulheres já representam parcela expressiva da
força de trabalho, mas continuam sub-representadas na alta liderança. Dados
divulgados durante o lançamento do Summit apontavam que as mulheres ocupavam
cerca de 32% dos cargos de gestão, enquanto representavam aproximadamente 45%
da força de trabalho.
A discussão, portanto, não se
limitou a perguntar se as mulheres estão chegando ao mercado. A questão central
passou a ser em quais lugares elas estão chegando, quais oportunidades
encontram e quem ocupa as cadeiras onde as decisões são tomadas.
Uma agenda que vai muito além
do empreendedorismo
Um dos méritos da programação foi
justamente não tratar a carreira feminina como uma pauta única.
A inteligência artificial
apareceu em diferentes perspectivas. Em “A Nova Inteligência na Saúde”,
o debate abordou como a tecnologia pode ampliar a capacidade de prevenção,
diagnóstico e personalização do cuidado sem eliminar elementos essenciais da
prática profissional, como escuta, vínculo e responsabilidade clínica.
Em “Letramento em IA: a
competência que toda profissional precisará desenvolver”, a discussão
avançou para o cotidiano do trabalho: utilização da inteligência artificial
como ferramenta, automação de processos, criação de agentes e ampliação da
capacidade analítica.
Já o painel “Da intuição à
inteligência: como a IA está transformando a tomada de decisão” trouxe a
tecnologia para o campo estratégico, mostrando como dados, análise e
antecipação de tendências estão alterando a maneira de decidir e liderar.
A mensagem que atravessou esses
debates foi clara: a inteligência artificial não está apenas criando novas
profissões. Ela está modificando as competências necessárias para permanecer
relevante nas profissões que já existem.
Empreender também é conquistar
autonomia
Em “Empreender no Feminino”,
o debate partiu de questões concretas, como acesso ao crédito, conquista de
mercado e sustentabilidade financeira dos negócios. A discussão é especialmente
importante porque empreender, para muitas mulheres, não representa apenas uma
escolha profissional, mas também uma possibilidade de autonomia econômica.
Essa dimensão apareceu novamente
em “Elas não abriram apenas negócios. Abriram caminhos”, que reuniu
histórias de mulheres responsáveis por transformar ideias em empresas,
movimentos e oportunidades para outras pessoas.
O Summit também discutiu o
empreendedorismo sob novas perspectivas, como o social commerce, a Creator
Economy e o empreendedorismo social. As fronteiras entre carreira,
conteúdo, influência, tecnologia e negócios estão cada vez mais fluidas — e
mulheres estão ocupando esses novos territórios.
Em uma economia na qual redes
sociais podem se transformar em canais de vendas, comunidades em ativos de
negócio e conhecimento em produto, a construção de uma carreira passa cada vez
mais pela capacidade de criar conexões e transformar reputação em valor.
A economia também passa pela
circularidade
Outro ponto importante foi a
discussão sobre sustentabilidade e economia circular.
O painel “Muito além da
reciclagem: o protagonismo das catadoras na economia circular” deslocou o
debate ambiental para uma perspectiva social e econômica. As catadoras foram
apresentadas não apenas como agentes ambientais, mas como trabalhadoras que
movimentam cadeias produtivas, geram renda e transformam resíduos em valor.
A discussão mostrou que uma
economia verdadeiramente circular precisa reconhecer quem está na base dessa
cadeia e criar condições para inclusão produtiva, remuneração justa, inovação e
desenvolvimento.
A agenda sustentável apareceu
novamente em “Mulheres que lideram a nova economia sustentável”, que
colocou em foco setores como energias renováveis, crédito de carbono, finanças
verdes e infraestrutura sustentável.
Assim, sustentabilidade deixou de
aparecer como um tema periférico para ser tratada como campo de carreira,
investimento, inovação e liderança.
Saúde mental: uma questão de
carreira e de negócios
O Summit também colocou uma
discussão cada vez mais urgente no centro da agenda profissional: saúde mental.
O painel “Saúde Mental nas
Empresas” tratou do impacto da gestão da saúde mental sobre liderança,
clima organizacional, relacionamentos, engajamento e resultados.
A abordagem é significativa
porque amplia a compreensão de que produtividade não pode ser dissociada das
condições humanas de trabalho.
A mesma perspectiva apareceu em “Não
existe sucesso profissional sem saúde mental”, reforçando uma mudança
importante na cultura corporativa: construir uma carreira sustentável não
significa apenas alcançar posições mais altas, mas conseguir permanecer
produtiva, saudável e conectada com propósito ao longo da trajetória.
Liderança também se aprende
“A Arquitetura da Liderança
Feminina” abordou autoconhecimento, síndrome do impostor, comportamentos
que limitam o crescimento e desenvolvimento de talentos.
Já “Marca Pessoal: a liderança
que as pessoas lembram” colocou em discussão comunicação, presença,
relacionamento, estilo e autenticidade como elementos que ajudam a construir
credibilidade.
E o painel “A Nova Competência
da Liderança é Humanidade” ampliou ainda mais o conceito, colocando a
dimensão humana no centro de uma liderança capaz de lidar com equipes, mudanças
tecnológicas e novas relações de trabalho.
A mensagem que emerge desses
diferentes encontros é que liderança feminina não significa simplesmente
reproduzir modelos tradicionais de poder. Significa também questionar esses
modelos e construir novas maneiras de liderar.
Ciência, educação e tecnologia
como portas para o futuro
Ciência e educação também tiveram
presença expressiva.
Painéis como “Quem forma os
professores, transforma o futuro”, “Onde o futuro começa: como a
educação básica forma os profissionais de amanhã”, “Da universidade ao
futuro do trabalho” e “Mulheres transformando vidas por meio da ciência,
tecnologia e inovação” colocaram a formação das novas gerações no centro
das discussões.
A lógica é simples, mas poderosa:
não existe transformação do mercado de trabalho sem transformação da educação.
Ao discutir professores,
pesquisadoras, universidades, inovação e novas competências, o Summit ampliou o
debate para além da mulher que já está no mercado. Também falou sobre as
meninas e jovens que ainda estão construindo suas possibilidades profissionais.
Mulheres em setores
historicamente masculinos
Agronegócio, indústria,
infraestrutura, transporte e logística, carreiras militares e tecnologia
apareceram em diferentes painéis.
Em “Mulheres que constroem a
indústria do futuro”, foram discutidas carreiras em setores como mineração,
indústria farmacêutica, química, automotiva, metalúrgica e eletroeletrônicos.
No agro, diferentes mesas
abordaram liderança, gestão, inovação, pesquisa e empreendedorismo feminino.
Já “Construindo o futuro:
carreira e liderança para mulheres que atuam na infraestrutura de transporte e
logística” trouxe para o centro profissionais que atuam em uma área
estratégica para o desenvolvimento econômico brasileiro.
O recado é particularmente
importante: não basta criar espaços femininos nas profissões
tradicionalmente ocupadas por mulheres. É necessário ampliar a presença delas
também nos setores que concentram investimento, tecnologia, infraestrutura e
poder econômico.
Política, Estado e
transformação social
A presença feminina na política e
na administração pública também esteve entre os grandes temas do Summit.
O painel “Mulheres que fazem o
Estado acontecer” discutiu liderança, carreira pública e os desafios de
transformar instituições.
Já “Mulheres em movimento:
participação, direitos e políticas públicas” abordou a força da mobilização
feminina em movimentos sociais, territórios e espaços institucionais.
O tema apareceu ainda em debates
sobre maternidade, políticas públicas, relações governamentais e advocacy.
A presença dessas pautas mostra
que protagonismo profissional feminino não se restringe ao setor privado. A
construção de políticas públicas, a gestão do Estado e a participação política
também são territórios fundamentais para ampliar a representatividade das
mulheres.
Comunicação, cultura e o
direito de contar a própria história
Outro eixo importante foi a
comunicação.
A programação discutiu desde o
papel do audiovisual na construção de pontes até a transformação dos meios de
comunicação e o protagonismo feminino no jornalismo, na televisão, nas
plataformas digitais e no YouTube.
Em “Escuta, diálogo e mudança:
o novo papel da comunicação”, o debate mostrou como campanhas e narrativas
podem ultrapassar a venda de produtos e contribuir para discussões sobre
mulheres, respeito, masculinidades e relações.
A arte também ganhou espaço em “Viver
com boniteza: arte, identidade e a liderança que inspira”, aproximando
cultura, moda, criatividade e liderança.
Em outras mesas, atrizes,
escritoras, jornalistas, criadoras de conteúdo e profissionais da comunicação
discutiram carreira e protagonismo.
A escolha é significativa.
Afinal, quem controla as narrativas também participa da construção do
imaginário social sobre quem pode liderar, criar, empreender e ocupar espaços
de poder.
A experiência também conta
O painel “Renda também é
saúde: trabalho, empreendedorismo e autonomia depois dos 50” discutiu a
participação econômica de profissionais maduras, mostrando que longevidade
também significa necessidade de oportunidades, renda, propósito e
reconhecimento da experiência.
Ao mesmo tempo, discussões sobre Geração
Z, Creator Economy, novas profissões e inteligência artificial apontaram
para as transformações que estão redesenhando as carreiras das gerações mais
jovens.
Entre os dois extremos existe uma
oportunidade: construir ambientes profissionais em que experiência e
inovação possam conviver, em vez de serem tratadas como forças
concorrentes.
Um Summit que amplia a ideia
de sucesso
Talvez a maior contribuição do
Summit Mulheres nas Profissões tenha sido justamente ampliar o conceito de
sucesso.
Sucesso não apareceu apenas como
cargo, salário ou crescimento empresarial.
Também esteve relacionado à
autonomia financeira, saúde mental, propósito, impacto social, criatividade,
ciência, educação, sustentabilidade, maternidade, longevidade, representação
política e capacidade de abrir caminhos para outras mulheres.
Nesse sentido, o encontro dialoga
diretamente com uma transformação que já está acontecendo no mercado: as
mulheres não querem apenas ocupar posições dentro de estruturas existentes.
Elas estão participando da construção de novas estruturas, novos negócios,
novas profissões e novas formas de trabalhar.
A própria organização apresenta o
Summit como um espaço para conectar, inspirar e impulsionar mulheres que
transformam o mercado, os negócios e a sociedade.
E talvez seja essa a principal
diferença entre um evento de conteúdo e um movimento: o conhecimento não
termina quando as luzes do palco se apagam.
O próximo passo é transformar
inspiração em oportunidade
Uma empreendedora pode encontrar
uma parceira. Uma estudante pode descobrir uma profissão. Uma profissional em
transição pode encontrar uma nova referência. Uma executiva pode ampliar sua
rede. Uma pesquisadora pode encontrar uma empresa interessada em inovação.
É nesse ponto que networking
deixa de ser apenas uma palavra do vocabulário corporativo e passa a significar
acesso a oportunidades.
A primeira edição do Summit
Mulheres nas Profissões terminou, portanto, com uma pergunta que vai muito além
dos dois dias de evento: como transformar a enorme energia reunida em São
Paulo em mudanças concretas nas empresas, nas instituições, nos negócios e na
sociedade?
A resposta dependerá de ações
contínuas — e da capacidade de transformar conexão em colaboração, conhecimento
em estratégia e representatividade em poder de decisão.
A meta de 50% de mulheres em
posições de liderança até 2030 dá ao movimento um horizonte objetivo. E o
próprio Grupo Mulheres do Brasil afirma que pretende usar pesquisas e os
debates do Summit para construir um planejamento com metas, avaliação e prestação
de contas.
Mais do que um palco para
mulheres que já chegaram, o Summit se apresentou como um espaço para abrir
caminhos para as que ainda estão chegando.
E essa talvez seja a imagem mais
forte deixada pela primeira edição: mulheres de diferentes profissões, gerações
e trajetórias ocupando o mesmo espaço para discutir não apenas o futuro de suas
carreiras, mas o futuro do próprio trabalho.
Elas fazem acontecer. E,
quando ocupam juntas os espaços de conhecimento, conexão e decisão, também
ajudam a decidir o que vem depois.
Painelistas e participantes da
programação
Relação organizada a partir do
levantamento de programação fornecido para esta reportagem. Nos painéis em que
o material original apresenta a primeira pessoa como moderadora, a relação
abaixo preserva o nome e a composição informados.
1º dia — 4 de agosto
Abertura: Luiza Helena Trajano
Hino Nacional: Fafá de Belém
Que Brasil nasce quando as
mulheres ocupam seu lugar? — Djamila Ribeiro
A Nova Inteligência na Saúde
— Flavia Belmino; Danniela Faccio; Janete Vaz; Daniele de Mari
Muito além da reciclagem: o
protagonismo das catadoras na economia circular — Marina Serpa; Renata
Vilarinho; Marina Bragion; Jennyffer Marques
Viver com boniteza: arte,
identidade e a liderança que inspira — Cristiane Pelajo; Maria Prata;
Denise Fraga; Maria Gal
Como construir um legado que o
mercado não esquece — Patricia Moraes; Maren Lau; Drica Divina; Vivi Duarte
Letramento em IA: A
Competência que toda profissional precisará desenvolver — Tania Leal; Kata
Carvalho; Queit Zunino; Ana Cabral
O Mundo Não Espera. E Você Não
Pode Esperar. — Isabella Vasconcellos
Como Construir um Legado que o
Mercado não esquece. - Patricia
Moraes; Maren Lau; Drica Divina; Vivi Duarte.
Viver com Boniteza: Arte,
Identidade e Liderança que Inspira – Cristiane Pelajo; Maria Prata; Denise
Fraga; Maria Gal.
Muito Além da Reciclagem –
Marina Serpa; Renata Vilarinho, Marina Bragion; JennyferMarques.
As mulheres que movem o
consumo no Brasil — Luciana Medeiros; Daniela Cachich; Juliana Marra;
Graciela Kumruian
Mulheres que fazem o Estado
acontecer — Ana Fontes; Raquel Teixeira; Tabata Amaral; Marcele Porto
Saúde Mental nas Empresas
— Fabi Teixeira; Roberta Almeida; João Silvestre; Fatima Macedo
Da intuição à inteligência: como a IA está transformando a tomada de decisão — Michele Hacke; Maíra Habimorad; Lisiane Lemos; Lidia Abdalla
Quem forma os professores,
transforma o futuro — Rosejara Ramos; Nilma Sladkevicius; Renata Moura;
Priscila Cruz; Dayana Cândido
Conexão Protagonistas —
Chris Pelajo
Empreender no Feminino —
Raquel Teixeira; Eliane Sanches Querino; Mônica Hauck; Bianca Furlanetto;
Camila Achutti
Igualdade Salarial e o Futuro
do Trabalho — Jandaraci Araujo; Luciana Nakamura; Maria Fernanda Teixeira
Juliette no Summit —
Juliette Freire
Como estamos educando nossos
filhos? — Valesca Karsten; Veronica Blanco
Onde o futuro começa: como a
educação básica forma os profissionais de amanhã — Rosemary Schettini;
Kelly Baptista; Débora Garofalo; Marcia Wayna Kambeba
Mulheres que transformam
realidades — Juliana Rosa; Ana Maria Drummond; Mafoane Odara; Sonia
Quintella
A nova competência da
liderança é humanidade — Andrea Clemente; Patricia Pugas; Angela Coelho da
Fonseca; Leticia Braga
Produzir, inovar e
desenvolver: o Brasil que queremos construir — Daniela Magalhães; Sonia
Guajajara; Ursula Vidal; Rita Serrano
Mulheres que constroem a
indústria do futuro — Margareth Groff; Nadynni Soeiro; Ebru
O novo mapa das carreiras femininas na economia digital — Erih Carneiro; Sauanne Bispo; Niodara Faria
Do pódio a novos desafios
— Gabi Sabino; Daiane dos Santos; Patricia Medrado
Mulheres transformando vidas
por meio da ciência, tecnologia e inovação — Marcia Lopes; Joana; Alexandra
Segantin; Larissa Passos
Mulheres na Política e
Maternidade — Carol Caputo; Marina Helou; Claudia Marques
Carreira e liderança em
infraestrutura de transporte e logística — Dalva Domingos; Rosilda Prates;
Nicole Goulart; Verena Pagano
Brasil à Mesa — Bel
Moherdaui; Bel Coelho; Flavia Quaresma; Neli Pereira; Tassia Magalhaes
Empreendedorismo digital e
social commerce — Gloria Guimaraes; Carol Paiffer; Daniele Crahim; Ana
Médici
Estudo Mulheres na Liderança e
Alta Gestão — Thayanie Ujino; Íris Pereira Barbosa; Indiara Kurtz
Os Conselhos que Eu Gostaria
de Ter Recebido — Laura Chiavone; Juliana Algañaraz; Natalia Mauad; Maria
Francisca Passos
Pesquisa: O investimento que
transforma o conhecimento em futuro — Mariana Rosário; Maria Sanali Moura
de Oliveira Paiva; Rita Cardona; Renata Prôa; Sue Ann Clemens
Mulheres que transformam a
saúde — Erika Baruco; Géssika Marcelo; Karine Vieira; Herla Furtado; Putira
Sacuena
Mulheres que lideram a nova
economia sustentável — Dra. Luna Ribeiro; Izabella Teixeira; Elbia Gannoum;
Luciana Costa
A Arquitetura da Liderança
Feminina — Cris Kerr; Sofia Esteves; Geovana Quadros; Jandaraci Araújo
Mulheres em movimento:
participação, direitos e políticas públicas — Bruna Helena; Beth Sahão;
Lari Agostini; Carmen Silva
Novas necessidades, novas
economias de consumo — Cristiane Barbieri; Tatiana Brammer; Adriana
Figueiredo; Daiana Titon
Saia Justa no Summit —
Eliana; Juliette; Tati Machado; Ana Paula Xongani
As vozes por trás das grandes
marcas — Rose Pimentel; Cristina Potomati; Dani Paris; Paula Andrade
Mulheres que influenciam o
futuro das políticas públicas — Daniela Castro; Helena Araújo; Dione Assis;
Cinira Marcondes
Realidade Econômica, Social e
Autonomia Financeira Feminina — Carolina Ragazzi; Daniella Marques
Quando a IA transforma a
experiência do cliente em inovação — Daniele Botaro; Talita Paschoini; Nina
Silva; Socorro Macedo
Famílias fortes, lideranças
mais fortes — Vera Iaconelli; Mafoane Odara; Beth Goulart
Encerramento do 1º dia:
Luiza Helena Trajano
2º dia — 5 de agosto
Como chegamos até aqui —
Ana Paula Padrão
Escuta, diálogo e mudança: o novo papel da comunicação — Ana Paula Brasil; Luiza Helena Trajano; Manzar Feres; Renato Nogueira
Marca Pessoal: a liderança que
as pessoas lembram — Regina Nogueira; Rafa Brites; Monique dos Anjos; Rosa
Bernhoeft
Do grão à xícara: mulheres que
transformam o café em futuro — Patricia Carvalho; Janaína Magalhães; Karina
Seibt; Celeste Suruí; Luciane Gonçalves; Mariselma Sabbag
Renda também é saúde —
Arine Rodriges; Juliana Ramalho; Andrea Tenuta
Mulheres que redefinem os
espaços de poder na comunicação — Marisa Cesar; Stela Campos; Tati
Bernardi; Fatima Pissara; Anne Lottermann
O futuro do terceiro setor
exige líderes profissionalizados — Vera Lima; Luisa Gerbase de Lima; Daiany
França Saldanha; Sol Feliciano; Bia Kern
Liderança feminina na
Advocacia — Eleonora Coelho; Alessandra Figueiredo; Glaucia Lauletta; Ines
Coimbra; Claudia Patricia Luna
Destino: Turismo — Leonor
Bernhoeft; Chieko Aoki; Toni Sando; Jeanine Pires
Uma experiência para
transformar emoções em recursos de desenvolvimento humano — Jamille Coelho
Elas não abriram apenas
negócios. Abriram caminhos. — Alice Coutinho; Ana Fontes; Adriana Barbosa;
Margarete Coelho
Liderar o Agro é liderar
territórios — Annette Reeves; Patricia Swart; Carminha Missio; Miriam
Guedes Santiago Krindges; Ani H. Sanders
Mulheres & Mercado de
Beleza — Sabrina Zanker; Simone Sancho; Tatiana Carvalho; Talita
Poltronieri
Prevenir é mudar o jogo do
câncer — Renato Kfouri; Dra. Jurema Telles; Ailma Larre; Dra. Marianne
Pinotti
Quando as fronteiras
interrompem uma carreira — Morgana Falabella; Tamara Amoroso Gonsalves;
Lutiana Valadares Fernandes Barbosa; Adriana Kehz; Mary Elbe
Justiça climática: quando a
liderança gera impacto — Andréa Alvares; Adri Maffioletti; Jahzara Ona;
Tatiana Monteiro de Barros
As Mulheres de Sucesso —
Cristina Veiga; Fernanda Laureano; Lina Maria Pietras; Jana Carvalho; Marcia
Loureiro
Mulheres de Negócios de Luiza
— Denise Hamano
Da fábrica às vitrines: a
liderança feminina na moda — Sonia Hess; Maria de Lourdes Anselmi; Sandra
Anselmi
Quem disse que o jogo era
deles? — Julio César; Marcelo Fadul; Kaah; Gaabs
As mulheres que cultivam o
futuro do agro — Carla Elage; Shila Guebara; Annette Reeves; Teresa
Vendramini
Onde nasce a inovação no agro — Vivian Nascimento; Débora Milori; Catharina Pires; Claudia Demétrio
Turismo para todos:
acessibilidade, territórios e desenvolvimento — Claudia Seixas; Ricardo
Shimosakai; Jera Poty; Juliana Torres; Rebecca Alheteia
Quem prepara as pessoas para o
futuro do trabalho? — Cibele Venâncio; Célia Cruz; Amanda Silva; Nina da
Hora; Paula Montagner
Copa do Mundo Feminina FIFA
2027 — Anne Lottermann; Kin Saito; Cristiane Gambaré; Juliana Picoli
Agatte; Gal Barradas; Miraildes Maciel Mota
Além do crachá: o impacto da
violência doméstica no ambiente de trabalho — Elizabete Leite; Silvia
Chakian; Patricia Pugas; Lorena Hakak
Geração Z: arte e comunicação
em movimento — Daiane Quesada; Naiá Tupinambá; Jully Molinna; Ana Hikari
A inteligência mudou. A
liderança também precisa mudar. — Adriana Araújo; André Fatala; Frederico
Trajano
Mulheres que conectam mundos
— Luiza Helena Trajano; Justyna Valente; Chieko Aoki; Amy Barklam
A régua que ninguém nos deu
— Aldvan Figueiredo; Denise Maria Ferreira
Liderança que abre caminhos
— Juliana Ayomide; Edna Vasselo; Fabi Saad; Tatyane Luncah
Herança não é suceder. É
transformar — Teresa Vendramini; Priscilla Nasrallah; Aline Chaves;
Alessandra Zanotto
Viver mais. Viver melhor —
Gloria Brunetti; Alexandre Kalache; Bárbara Perpétuo; Dra. Bruna Sanchez
Do talento à autonomia: o
poder do empreendedorismo social — Daniela Pavan; Lina Maria Kempf;
Alessandro Lima; Isabella Leonetti; Veronica Machado
Liderança Feminina nas
Carreiras Militares — Glaucia Barreto; Major Gabriela; Brigadeiro-Médica
Carla Regina Marchon; Contra-Almirante Médica Monica Medeiros Luna; Vania
Juliano
Mulheres na Creator Economy
— Mayla Valere; Beta Boechat; SaraZara; Anna Valle; Laura Pardellas
Carreiras na moda que vestem
identidade — Georgia Miyazaki; Amanda Momente; Isa Silva; Dayana Molina
Explorar, cuidar e descobrir:
as mulheres que expandem as fronteiras do possível — Luana Araújo; Sue Ann;
Heloisa Schurmann; Duillia de Mello
Não existe sucesso
profissional sem saúde mental — Dr. Gustavo Medeiros; Dra. Liliana Seger
O Agro também é uma carreira
para elas — Teresa Vendramini; Fabiana Alves; Graciela Mognol; Amy Chan;
Ana Repezza; Vanessa Pereira
Carreiras que transformam
imagem em influência — Heide Vieira; Benazira Djoco; Nayra Laise; Gabriely
Beraldo
Trilha Mulheres de Sucesso
— Camila Barbalho; Alvaro Schocair; Roseana Faneco; Iramaia Kotschedolf
Mulheres que contam histórias:
carreira, vida e protagonismo na arte — Beth Goulart; Clarice Niskier; Malu
Poleti; Marcella Abboud
Quem liderará o Direito do
futuro? — Marcela Berger; Adriana Hilsdorf; Luna van Brussel Barroso;
Patricia Martins; Helen Moraes
Quando a violência atravessa a
carreira — Juliana Oliveira; Luana Genót; Fatima Macedo; Adriana Martins
dos Santos; Ana Cabral
A dor que precisa ser ouvida
— Sofia Reinach; Dra. Joyce Martins; Leticia Bahia; Renata Lírio
Aceleradora de Carreira —
Leda Januário; Isabelle Sobrinho; Maria Moraes; Sarah Aline
Protegendo a Infância —
Elizabete Leite; Vanessa Cavalieri; Jennyffer Tupinambá; Luciana Temer;
Thatiana de Abreu Faria
Da universidade ao futuro do
trabalho — Profa. Dra. Vivian Rio Stella; Profa. Dra. Raiane Assumpção;
Profa. Dra. Lia Azeredo; Profa. Dra. Ana Maria Klein; Profa. Dra. Larissa Maués
Pelúcio Silva
Confiança: o ativo invisível
que impulsiona mulheres empreendedoras — Ana Paula Renault
Encerramento — O que levamos
daqui? — Luiza Helena Trajano

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