Dinalva Heloiza
O avanço acelerado da inteligência artificial e das plataformas digitais está redesenhando as indústrias criativas — mas não necessariamente em favor de quem cria. É o que revela o novo relatório da UNESCO, “Re|Shaping Policies for Creativity 2026” (Reformando as Políticas para a Criatividade), que projeta perdas globais de receita de até 24% para criadores de música e 21% para profissionais do audiovisual até 2028, em decorrência do impacto da IA generativa.
O documento, considerado um marco ao completar uma década de
monitoramento global, faz um apelo direto por políticas públicas mais robustas
e atualizadas para proteger artistas e profissionais da cultura em um cenário
de transformações tecnológicas profundas.






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